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Vou só ali estudar 560 páginas. Volto já.

terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Prendinha para a sogra

Jennifer Lopez e Jane Fonda


Um livro? Um creme? Uma mala? Um colar? Um anel? Uma moldura? Um verniz? Ou uma vassoura? (estou a brincar)
É que nem sei! A senhora faz anos quinta-feira e ainda não consegui convencer o filho, senhor meu namorado, a oferecer-lhe qualquer coisa. No ano passado oferecemos-lhe uma caixa de FERRERO ROCHER, a meias - até me senti envergonhada, de tão pouco, mas foi o que se arranjou em cima do joelho. Ao menos serviu-lhe de proveito...

Take my hand and walk away

Miranda Kerr


Só me apetece largar o estudo e partir contigo para um sítio onde já fomos felizes. Tenho a certeza que, se saíssemos da rotina e deixássemos de parte o cansaço, perceberíamos que entre os dois nada mudou. Continuámos os mesmos, apenas com mais três anos e meio desde a altura em que nos conhecemos, talvez com mais um palmo, e com muito mais amor para dar um ao outro. Take my hand and walk away (*).

Sim, estou estupidamente lamechas.
Mas tenho o pleno direito a estar-lo!

(*) adaptação de Lonely Day, de System of a Down

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

O diálogo mais irritante dos últimos tempos

Alessandra Ambrosio


Kikas: Então, Maria, já estudaste?
Maria: Pouco, mas já...
Kikas: Olha, eu também! Ainda só consegui terminar o módulo inicial da Física de décimo.
Maria: Estás a gozar, não estás?
Kikas: Não. É assim tão pouco?
Maria: Isso é precisamente o que não sai!

Ai meus senhores, gastei um fim-de-semana com o módulo inicial, podia ter já acabado o primeiro livro caso não o tivesse feito. E agora dizem-me isto? Os senhores do GAVE que não me apareçam à frente... É que eu não respondo pelo meu lado mais pacato...

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

A "inocência" das crianças #2

Aria Wallace


Eu sei que disse que não vinha até cá até sexta-feira mas é, de todo, mais forte que eu.
Hoje apetece-me retratar um episódio que ocorreu quando eu tinha cerca de seis anos. O meu primo J.E., mais novo que eu quatro anos, estava cá em casa com a mãe. Às tantas deu-lhe uma vontadinha de ir até à casa de banho mais próxima, e lá foi ele. De repente, aparece com as calças em baixo e a dizer para a minha mãe:
- Titia, puta! Titia, puta!
A minha mãe olhou para ele, sem saber se havia de chorar ou de rir, e muito menos sem saber o que fazer. E ele continuava:
- Puta! Puta!
O pobre do rapaz queria que a minha mãe lhe puxasse as calças para cima. O "puta" era "puxa". O problema é que só a minha tia é que o percebeu e a maluca estava a deixar ver até onde é que o "puta" direccionado para a minha mãe ia.
E pronto. Esta é uma das coisas que às vezes relembramos entre os dois. Ele não se lembra, mas de vez em quando lá vem à conversa tal coisa.

Coiso, não sei como se chama

Miranda Kerr


O pessoal que costuma frequentar aqui o estaminé já sabe que não sou muito de retribuir os miminhos que me dão, do género selos. Porém, a Sô Dona Corset (eu penso que houve outra pessoa, mas não me lembro quem :x) lançou-me um, do género questionário, que eu achei ser boa ideia postar. Querem saber mais qualquer coisita sobre mim? É só continuar a ler.

1. Tens medo de quê?
Da minha mãe, às vezes. LOL

2. Tens algum guilty pleasure?
Espero que tenham noção que tive que pesquisar sobre o significado desta pergunta. Epá, eu neste momento tenho uma espécie de dieta por causa dos problemas de estômago e não posso comer chocolate, beber café ou mascar pastilhas, mas às vezes faço-o. Isto inclui-se aqui? :$

3. Farias alguma loucura por amor/amizade?
Claro que sim! Eu, que até sou de pensar demasiado nas coisas, acho que por amor e por amizade vale tudo. :)

4. Qual é o teu maior sonho? (responder paz, amor e felicidade é trapacear)
Eu sei que isto já não se usa, eu sei... Mas, um dia, quero casar e ter dois filhos. E vou finalmente descobrir o espírito natalício que há em mim e transmiti-lo aos mais próximos.

5. Nos momentos de tristeza/abatimento, isolas-te ou preferes colo?
Isolo-me mas prefiro colo. É estranho?

6. Entre uma pessoa extrovertida e uma introvertida, qual seria a escolha abstracta?
Uma pessoa nunca é só extrovertida ou só introvertida. Depende dos restantes atributos da mesma, não?

7. Sentes-te bem na vida, ou há insatisfação além do desejável?
Confesso, segunda opção.

8. Consideras-te mais crítico ou ponderado? (sabendo, contudo, que há críticas ponderadas)
Dependendo da ocasião, talvez.

9. Julgas-te impulsivo, de ser filmes, paciente...? Define-te, de uma forma geral.
Sou impulsiva q.b. Faço filmes q.b. Sou paciente q.b. Ou talvez não... Epá, filhos, nem sei.

10. Consegues desejar mal a alguém e, normalmente, concretizar? Sê sincero.
Desejo mal a quem me deseja mal. Concretizar, já depende muito da dimensão do "problema".

11. Contens-te publicamente em manifestações de afecto (abraçar, beijar, rir alto...)?
NÃO! Se sou uma pessoa que gosta de afectos, porque o hei-de reprimir em público?

12. Qual o teu lado mais acentuado? Orgulho ou teimosia?
Teimosia. Sou mesmo mesmo mesmo teimosa. Às vezes, há quem termine conversas comigo a dizer "Tu és mesmo teimosa, não és?".

13. Casamentos homossexuais e direito à adopção?
Casamentos homossexuais, sim. Direito à adopção, depende - tal como nos casais heterossexuais.

14. O que te faz continuar o blogue?
O saber que, por mais que seja julgada, vai haver alguém a compreender. O dizer parvoíces à toa. O não me ser exigido maturidade. O sentir-me mais em casa que no sítio onde vivo.

15. O número de visitas e comentários influencia o teu blogue?
Não infulencia de todo, mas são uma lufada de ar fresco! Adoro os meus leitores e saber o que pensam do que escrevo.

16. Na tua blogosfera pessoal e ideal, como seria?
Não haveria cópias de blogues. Os anónimos mal-dizentes seriam educados. Não viriam cá comentar o meu blogue só porque fui comentar o deles. Teria muito mais tempo para dar toda a atenção do mundo aos blogues que sigo.

17. Devia haver encontros de bloguistas? Caso sim, em que moldes? Caso não, porquê?
Sim! Tipo um lanche ajantarado, numa esplanada à beira rio. Porquê assim? Não sei, apeteceu-me agora. Mas também acho que não deveria ser uma coisa rotineira.

18. Sabes brincar contigo e rir com quem brinca contigo? Sem ironias.
Sou talvez a pessoa que mais se ri de mim própria. Por isso, aceito (praticamente) todas as brincadeiras.

19. Quais são os teus maiores defeitos?
Sou preguiçosa, pá. Acordo com os pés destapados (percebem o que quero dizer, não percebem?). Não tenho paciência para algumas futilidades e se calhar acabo por magoar as pessoas por isso, mas nem sei bem. Sou um pouco defeituosa, para ser sincera.

20. Em que aspectos te elogiam e/ou achas ter potencialidade e mesmo orgulho nisso?
Ainda nunca o tinha dito, creio, mas é a minha capacidade de raciocínio - adoro-a. O problema é que à pala de tanta doença e depressão tem andado afectada. Espero recuperá-la em breve... Às vezes acho que já não vai ser como dantes, mas mantenho a esperança.

21. Entre uma televisão, um computador e um telemóvel, o que escolherias?
Depende. Mas em princípio seria um computador. Como a Corset disse, podemos enviar sms's e ver tv pela Internet! ahah

22. Elogias ou guardas para ti?
Regra geral, elogio.

23. Tens humildade suficiente para te desculpar, sem ser indirectamente?
Não percebi a pergunta. :s

24. Consideras-te, de grosso modo, uma pessoa sensível ou pragmática?
Uma solução homogénea, com ambos os materiais.
25. Perdoas com facilidade?
Depende do que há a perdoar, não? Às vezes perdoo mas não esqueço... O que é quase o mesmo que não perdoar. Mas entendo com facilidade a mais.

26. Qual o teu maior pesadelo ou o que mais te preocupa?
Morrer antes da minha mãe. Às vezes isso assusta-me. Não por mim, claro, mas por ela.

E é isto, meus amores! É suposto passar a cinco pessoas. Mas como eu não gosto destas regras, passo a quem quiser, sim? E se resolverem responder, avisem-me para eu ir dar uma espreita. ;)

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Eu sei que agora só falo em vampiros - take II

Keira Knightley


Já me tinham dito que a série de vampirescos da SIC é totalmente inspirada na saga da Stephenie Meyer e hoje tive a confirmação. A televisão estava ligada, por acaso, quando fui à cozinha buscar bolachas. A minha mãe estava a lavar a louça mas se lhe perguntassem em que canal estava não sabia porque nem reparou no que estava a dar.
- Mãe, estás a ver isto?
- Isto o quê?
- A Lua Vermelha, aquela série de vampiros a imitar o Crepúsculo e isso.
- Apaga já a televisão, ninguém está a tomar atenção, não vale a pena estar ligada.
- Ah, não, deixa lá ver o que daqui sai.
Não assisti mais que dois minutos mas deu para ver uma cena em que o vampiro salva a outra protagonista (creio) duns mafiosos que lhe queriam fazer mal. Até chega com uma manobra toda fixe de carro. Até é todo forte. Pessoal que viu o primeiro filme da saga, isto não vos faz lembrar nada?
Entretanto a minha mãe olha.
- Ah! Até é parecido lá com o outro do filme! Todo muito branco e tudo! Como é que o outro se chamava, Kikas?
- Edward, mãe.
Tendo em conta que a minha mãe só viu o Lua Nova, expliquei-lhe a imitação da cena. Manifestou-se contra:
- Pensei que fosse proibido, copiar desta maneira.
E foi então que fiquei pasmada com os níveis de imitação a que chegaram. Descobri o nome da moça!
- MÃE! A MOÇA CHAMA-SE ISABEL!
- Como se chamava a moça do filme?
- Isabella!
- A sério? Não me lembro disso...
- Oh mãe, era tratada por Bella. Não gosta do Isa.
- Ah pois era. Txii... Volto a dizer... Pensei que isto fosse proibido.

Maldito seja o trabalho

Reese Witherspoon


Até sexta-feira, espero andar desaparecida. Se não andar, é muito mas muito mau sinal. Isto porque até quarta-feira vou ter que estudar dois livros inteirinhos. Coisa pouca. Sinceramente, ainda não sei se vou ter tempo de estudar a teoria e fazer exercícios. É nestas alturas que me arrependo de não ter começado mais cedo, lá isso é... Um dia, talvez mude. O problema é se mudo para pior...
Mas eu até gosto de Física e Química, a sério que gosto. Mas muito mais da Química. E vou ter a porcariazinha dum teste intermédio onde só sai Física A: dos dois anos! Não lhes chegava só com um, não? Malta terrorista, uma bombinha no GAVE, não? Eu até vos pago para tal, pá. A sério. (se acontecer alguma coisa, não fui eu!)
Eu até poderia pensar positivo: A interrupção do Carnaval está a chegar! Yupii! Poder podia... Mas neste caso era a mesma coisa, uma vez que vão ser passadas a estudar Biologia e a fazer relatórios.

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

"Adoro sexo, não sei viver sem ele”

Diana Ramos, a super-ninfomaníaca conhecida por bater o recorde de ter feito sexo com mais de 700 homens em apenas 48 horas, está em Portugal e será a grande atracção da 3.ª edição do Eros – Salão Erótico do Porto. No dia seguinte ao seu feito, a brasileira diz que nem conseguia andar.

Correio da Manhã – Como foi ter relações com 700 homens em 48 horas?

Diana Ramos
– Foram só 700? Pensei que tinham sido mais de mil. Mas foi um grande orgulho. Gostava de repetir de novo, pois não tive nenhuma dor.

– E no dia seguinte como estava?

– Não me consegui levantar o dia todo. Não era capaz de andar, mas não me arrependo. Adorei, não queria parar. Alguns dos homens até ficavam admirados comigo. Aguento tudo.

– E não se alimentou?

– Não. Não tinha vontade de beber nem comer. Isso é de uma pessoa preguiçosa. Quando começo vou até ao fim.

– Conseguiu com todos?

– Sim, todos. Sou como um animal selvagem.

– Com que tipo de homens manteve relações?

– Fizeram um casting e foram seleccionados. Eles já sabiam do que se tratava e estavam dispostos a ajudar-me a bater um recorde. Vinham em grupos de dez.

– É viciada em sexo?

– Adoro sexo, não sei viver sem ele. Todos os dias tenho de fazer amor. É uma necessidade fundamental. Se pudesse, partia a cama todos os dias.

– Já teve alguma experiência com portugueses?

– Nunca, mas adorava. Quero provar. São belos e parecem quentes.

– O que promete fazer no Eros?

– Bater um novo recorde, com homens ou mulheres, não me importo. Queria chegar aos dois mil em 48 horas e sei que vou conseguir.

Correio da Manhã, 04/02/2010


Três palavras: OH, MEU DEUS!

Não quero acreditar

Leighton Meester


Os adultos estão sempre a dizer que os tempos da juventude são os melhores. Referem constantemente que a época em que estudaram foi a melhor da sua vida. Quero acreditar solenemente que sou a excepção à regra. É que se isto são os meus melhores anos, nem quero imaginar como serão os vindouros.
E sim, este post até poderia ser exagerado. Poderia estar a escrever isto apenas por uma crise de adolescência. Mas não.

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Aparentemente

Anne Hathaway em The Devil Wears Prada


Não suporto pessoas que se querem fazer passar pelo que não são. E não me refiro àquelas que com brutos carros, com casas de férias enormes, com roupas que mais caras é impossível, e com todas essas coisas, tentam esconder as dívidas no banco. Falo sim daquelas que querem mostrar que a sua vida é a melhor, que têm agendas super ocupadas devido à sua enorme popularidade, que fazem tudo para serem socialmente aceites por quem lhes interessa, que mesmo que não te vejam há dois anos dizem "Epá, não posso, já tenho coisas combinadas com X. E amanhã com Y". No fim, vai-se a ver, e essas são as pessoas mais vazias. São as que têm menos carácter. Precisam de estar rodeadas para que se preencha a lacuna da sua personalidade que aparenta ser tão forte e dominadora mas na verdade não o é. Já cheguei à conclusão que essas pessoas, capazes de apunhalar por um lugar no pódio da fama, são as que voltam sempre. Quando finalmente percebem que afinal o ser-se popular não é tudo.

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

É que isto nem tem título que se apresente

Desde que ele me chamou Bella e eu disse que ele era o meu Edward, às vezes temos brincadeiras estúpidas com isso. Acontece que ele anda doente, e eu tenho medo que possa ser o querido do Epstein-Barr, depois de eu já ter tido mononucleose.

- Amor, tu tens que ir fazer o teste! [e expliquei-lhe várias coisas sobre a doença]
- Eu sou vampiro, não morro. Sou imortal.
- És o meu vampirinho, mas mesmo assim.
- Sabes o que foi?
- O quê?
- Não posso apanhar Sol porque brilho. Devo ter apanhado demais. E pronto, fiquei assim doentinho.
- LOL. És lindo ao Sol.
- Mas eu vou-me enfiar no congelador, fico logo bom.


Kristen Stewart e Robert Pattinson

domingo, 31 de Janeiro de 2010

Pontas soltas #1

Esther Canadas


. Se eu ganhasse o Euromilhões (Rita, perdoa-me), a primeira coisa que fazia era pagar todas as dívidas de uma certa e determinada pessoa demasiado próxima. E assegurava que vivesse sem aquilo que de momento é essencial para essa mesma pessoa: as aparências.

. Hoje fui à terra do meu pai e um dos sítios que lá visitei foi a casa de um tio seu. A minha tia, sua esposa, no meio de uma conversa, aponta para ele e pergunta-me "Sabes de quem era este blusão?". Eu olhei com atenção e revi-me a vesti-lo e a despi-lo ao meu pai. Foi uma recordação boa, apesar de ter doído.

sábado, 30 de Janeiro de 2010

Eu sei que agora só falo em vampiros

Victoria's Secret Angels


Se eu vos disser que saí nua à rua ou que vi uma das duas séries abaixo e que vou fazer disso rotina, porque são fantásticas, mandem-me internar, sim? Num hospício psiquiátrico sem televisão, por favor. Ainda não vi, nem quero ver, mas todos nós sabemos o que querem imitar. Televisão portuguesa, hello! Já nos chega os Morangos com Açúcar...


Já deviam estar habituados

Blake Lively


- Então, Kikas, o que estás a ouvir?
- Rádio Comercial.
- No rádio do telemóvel?
- Sim, o que é que tem?
- Nada, podias estar a ouvir músicas que aí tivesses...
- Não tenho.
- Espera... Tu tens um telemóvel completamente direccionado para música e não tens aí músicas?
- Sim. Quer dizer, tenho as que já vieram... E a do Já não ouço os passarinhos...
- BOM!

Quem convive minimamente comigo já deveria estar habituado ao que daqui vem, nunca é uma coisa muito certa. E sim, é certa que eu sou louquinha por telemóveis e por todas as suas funcionalidades, mas a verdade é que praticamente só os uso para telefonar e mandar mensagens. Para ouvir as músicas que quero, tenho o mp3... Quer dizer, tenho assim assim. Porque agora também só lá ouço rádio. E porquê? Apaguei-lhe todas as músicas e não me apetece mesmo nadinha ocupar 4GB. Pronto, eu sou um alvo a abater, isto não regula.

Fraquito

Robert Pattinson, Taylor Lautner e Kristen Stewart


Depois do Twilight, achei o New Moon fraquito. Oh, se achei. E pronto, acho que nunca tinha visto o cinema em Serpa com tanta gente como ontem à noite! Para ser sincera, apetece-me ler os livros da saga, como era para ter feito no Verão. Mas não, não e não! Quanto muito, será mesmo no próximo Verão. Eu consigo conter-me!
Podem-me explicar porque é que, em ambos os filmes, quando o Edward beija a Isabella (para mim ela é mais Isabella que Bella, temos pena), parece que está a ter um orgasmo? Desculpem mas toda a gente repara. E não me venham cá dizer que é pelo desejo do sangue, que aquilo é em demasia!
E pronto, é isto.

A K. diz que o amor entre eles os dois lhes faz lembrar o amor entre mim e o J. Isso é bom?

Por uma noite

Kate Beckinsale e John Cusack em Serendipity


Lembrei-me, do nada, de uma noite de Abril, altura em que a nossa relação recomeçou a piorar. E creio que éramos só nós, aquela noite, aquele banco e aquele saco de pipocas. A música que antes tínhamos ouvido, ao vivo, não se poderia adequar melhor. Por uma noite.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Rendi-me às evidências

Kristen Stewart e Robert Pattinson em Twilight


Hoje vi o famoso Twilight. Não me perguntem se gostei ou não, não sei. Eu já sabia mais ou menos a história, já tinha ouvido tantas críticas (positivas e negativas), que já sabia o que de lá vinha! Mas pronto, agora já percbo a adoração pelo Robert Pattinson. É que nas fotos que vejo, bah, ok, é só isto? Mas no filme em si já percebo... Minimamente. Continuo cá com a minha, o meu J. é muito mais giro!
As imagens não têm grande qualidade (talvez clicar-lhe em cima para ver melhor, mas mesmo assim), são Print Screen, mas representam as minhas partes favoritas do filme. A primeira porque ADORO o diálogo dessa altura (um dia, quem sabe, dar-me-ei ao trabalho de o passar) e a segunda porque, mesmo sem palavras, é a parte do filme. O que transmite e só isso.
O que vou fazer esta noite? Shame on me! Vou ver o New Moon ao cinema.

quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Cabelo, és um fixe

Izabel Goulart


Colega: Tu de manhã não penteias o cabelo?
Kikas: Uma vez de três em três meses conta?

E é assim. Não é para quem quer...

É mais forte que eu

Sempre fui menina de chorar a ver filmes. Não só nos do género The Notebook (para terem uma ideia de como chorei, estava chateada com o meu namorado), por exemplo, mas em todos - mesmo! Eu sou lamechas ao ponto de ter chorado no Confessions of a Shopaholic! Umas vezes é pela história em si que choro, noutras - e isto ultimamente tem-me acontecido imenso - choro pelas recordações ou pelos sentimentos que a história me transmite.
Segunda-feira foi um dia frágil para mim. Talvez tenha sido a primeira vez que pensei verdadeiramente no acidente que deixou o meu pai tetraplégico, há quinze anos feitos nesse dia. Tive plena noção que foi aí que ele morreu pela primeira vez. Para cúmulo, vi o filme The Buckest List (Nunca é tarde demais)... Os dois protagonistas padecem de cancro, e acabam por morrer, mas antes disso têm uma lista de todas as coisas que gostariam de fazer antes do derradeiro dia. É um filme que vale a pena mas acabei abraçada ao meu mais-que-tudo, a chorar que nem uma perdida.
E hoje foi no Quem és tu?, a adaptação para cinema do Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett. Estava à espera de tudo menos de ter que conter as lágrimas na parte em que a Maria morre, em plena aula de Português.

A isto eu chamo: Espanhol em demasia!

Faith Hill


Por acaso, acabei de ler o primeiro post do meu primeiro blogue - o Aqui há de tudo (ou espera-se que haja). Tem lá um erro inadmissível: preguntem. God! É no que dá, falar tanto em Espanhol, cantar tanto em Espanhol... Já misturo as duas línguas.

quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Ser-se fixe

Alessandra Ambrosio


Os jovens de hoje esforçam-se demasiado pelo que é designado "ser fixe". Sinceramente, não me perguntem em concreto o que é isto, mas só as "pessoas fixes" é que são fixes. Percebem? Eu também não.
Basicamente, para se ser fixe, é preciso reunir alguns - ou todos - estes requisitos:

- fumar tabaco e quem sabe mais alguma coisa;
- beber até cair para o lado e entrar em coma alcoólico, ou andar lá perto, o maior número de vezes possível;
- desrespeitar as ordens dos pais e, ou chegar a casa depois da hora, ou fugir;
- dar voltinhas de carro, de rotunda a rotunda, para que se veja que tem um carro;
- privar os pais da comidinha para se ter tudo topo de gama e das melhores marcas: calças, casacos, blusas, relógios, malas, óculos, ténis, botas, sapatos, sandálias - vale tudo;
- ter um facebook com montes de amigos ou um hi5 com montes de visitas e comentários;
- conseguir fazer uma lista com o maior número possível de rapazes/raparigas a quem já roubou um beijo ou talvez algo mais e gabar-se disso;
- faltar às aulas só porque sim, porque o(a) amigo(a) lançou o desafio;
- (...)

Isto, meus caros, são apenas exemplos, prolongar-me-ia aqui muito mais tempo. E todas estas coisas para quê? Para se ser fixe. O que estas pessoas não percebem é que o "ser-se fixe" não tapa as lacunas da personalidade. E uma pessoa é o que é e não o que aparenta ser. Tudo isto para se ser socialmente aceite? Não, obrigada. Se os outros gostam de mim como sou, gostam; se não gostam, há muitos peixes no mar.

Nota: isto é a regra, há excepções - ou seja, pode-se fazer algumas destas coisas e não ser exactamente pelas mesma causas.

Quase que metia as mãos no fogo

A adesão ao meu último post foi grande, ein? Não andaram longe mas fizeram o que eu pedi para não fazer - concentraram-se na minha vida escolar. E mesmo assim erraram, alguns! Mas não interessa. Eu cá acho que só vieram cá ver pelo título, que desperta as mentes mais prevertidas, que eu bem sei. Um dia ainda vos apanho, a dar asas a essa imaginação fértil! E já não seria a primeira vez... E vá, estou mais ou menos a brincar.


[o teste? Nem me perguntem como correu... Nem sei se vá ao site do GAVE ver a resolução para não me matar depois de ver o que devia ter feito e não fiz]

terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Pequena ou grande? - eis a questão

Suri Cruise e Katie Holmes


A Jojozinha achava que eu tinha para aí uns vinte e cinco anos. A Cat dava-me dezoito. As pessoas com quem tenho contacto, via e-mail ou via msn, e que sabem a minha idade, ficaram pasmadas [nada de dizerem, ein?].
Meus queridos leitores, não vos vou dizer ao certo que idade tenho - embora pelos post's a falar da escola se perceba minimamente. Ignorando estes últimos, que idade acham que tenho afinal? Só mesmo para ter uma ideia. É que eu começo a achar-me grande.


A imagem foi só para repararem na unha pintada, pois claro.


Adenda: eu disse para esquecerem os post's sobre a escola. Ai.

Hoje fiquei em casa

Kelli Garner


Se não vou chegar ao final do ano chumbada por faltas, não sei o que diga. Mas a verdade é que hoje, simplesmente, não consegui ir. Podia dizer-vos que se tinha devido ao meu sono, à minha preguiça e ao meu desleixo, mas estaria a mentir-vos. Fiquei em casa porque mal me consigo pôr em pé com as dores. Só me consegui levantar agora e foi para passar dum quarto para o outro. Ah, toma qualquer coisinha. Até tomava, se não soubesse à partida que já nada faz efeito...
Até podia aproveitar para levar o dia todo a fazer ronha e a actualizar-me, mas não - as minhas dores vão servir para o estudo intensivo de Matemática A, cujo teste intermédio é amanhã. E até já estou com medo...

domingo, 24 de Janeiro de 2010

Se perguntarem por mim

Gossip Girl


Digam que voei. E que, por tempo indeterminado, me vou conter o mais possível para não vir até cá muitas vezes. Portanto, devido à quantidade monstruosa de trabalhos e coisas para estudar, o número de post's vai reduzir. Ainda assim, vou continuar a visitar os vossos blogues - agora comentar e dar a atenção que gostaria... É impossível.
(eu quero férias grandes, eu quero férias grandes, eu quero férias grandes)

Opá

Siena Miller


Eu, no alto do "ai eu gosto tanto de Matemática, ai a Matemática é tão gira", não consigo perceber a razão de termos que saber tão bem a programação linear, de forma analítica. Se os computadores o fazem tão bem, para que é que temos que esforçar a nossa cabecinha com aquilo? Ou se calhar até percebo, se nós não soubéssemos como se faz, os computadores também não fariam. Mas fogo pá, ou não consigo interpretar o enunciado, ou me esqueço de qualquer restrição e só me apercebo quando estou a fazer o gráfico... E no teste é que vão ser elas! É que se eu ocupo imenso espaço com o problema e levo montes e montes de tempo a desenhar um gráfico minimamente rigoroso, não sei como vou gerir o meu tempo. Ai não sei não!

Eu já vos contei...?

Adriana Lima


Que sou louca por relógios? Completamente. Principalmente dos maiores. Tenho apenas dois, mas... Adoro. Não me metam numa ourivesaria ou numa loja só de relógios que eu perco-me, completamente. E depois tenho amores, dos grandes, com relógios... Em que sofro, qual protagonista de novela, por serem amores proibidos. O problema é que as minhas novelas com relógios nunca têm um final feliz!

sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Temos que ser uns para os outros

Jennifer Lopez e (...) em Maid In Manhattan


Depois de jantar, fiquei a pensar como vai ser daqui a uns anos em relação a tarefas domésticas, quando eu tiver uma casa minha. É que eu, para além de não ter grande jeitinho, odeio tudo o que é relacionado com lides da casa. Quer dizer... Tudo, tudo, também não. Basicamente não gosto de varrer nem de limpar o pó, não suporto ter que lavar louça e muito menos roupa, tenho uma espécie de alergia a ferros de engomar... And so on! Basicamente, não me importo de lavar o chão e de fazer docinhos.
Mas depois cheguei a uma conclusão e fiquei mais aliviada. É à pala de pessoas como eu - preguiçosas, mal-habituadas e sem jeito para limpar - que alguns têm emprego. Se não fosse isso, as pessoas que se ocupam das limpezas e a quem lhes pagam para tal, provavelmente não teriam dinheiro para as suas necessidades básicas.
Temos que ser uns para os outros e, por isso, quando for grande vou ter uma empregada, nem que seja uma vez por semana, para arranjar um posto de trabalho e, assim, exercer os meus deveres cívicos. Porém, tem que ser das velhinhas... Devem achar que eu sou parva e que não sei que as mais novas e o patrão (meu suposto marido) têm muito que se lhe diga, não?

quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

E pronto, se acharem este post muito mau, a culpa é dele

Drew Barrymore


Hoje voltei a comer os melhores bifes com batatas fritas do mundo - os do meu namorado. A nossa alimentação, quando é concebida em casa (e por ele, obvious), é à base de comida pré-cozinhada ou bifes, mas eu não me enjoo tão depressa e adoro vê-lo cozinhar (nem que seja pôr uma pizza no forno, não interessa, gosto). E o lanche foi o costume, umas torradinhas... Como ele diz, eu não como durante dez anos para lá em casa tirar a barriguinha da miséria. Quer dizer... Não é bem assim! Não tenho culpa que ele consiga fazer as melhores torradas do mundo. É que consegue mesmo tornar umas simples torradas numa coisa ainda mais maravilhosa, é incrível. Vá, roam-se de inveja, mas se o namorado é meu... As torradas são para mim. E só para mim!

Pedi-lhe para me sugerir um tema para abordar no blogue, não sugeriu coisísisma nenhuma, limita-se ao seu novo brinquedo - a PS3. Por isso vinguei-me e falei nele, pronto.

quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

Verdadeiramente inteligente?

Emma Watson


O meu pai foi a pessoa mais inteligente que conheci até hoje. Mas, ao mesmo tempo, foi também a mais burra. Como é que uma pessoa inteligente pode não o ser? É fácil. Não aproveitou as capacidades de raciocínio que tinha, não usou a lógica que presenciava no seu cérebro para ter sucesso em termos académicos. Do melhor aluno de Matemática passou para o pior, com o desleixo; fez dois anos de um curso universitário de três e não o terminou, decerto, por preguiça. Era descarado ao ponto de ter comprado uma fotocopiadora para tirar fotocópias dos apontamentos dos colegas - mas creio que nunca o deve ter feito. Enfim... Capacidades assim deveriam ter sido aproveitadas, ficaram na gaveta.
Se isto me ensina alguma coisa? Claro que sim. É o exemplo de uma pessoa muito próxima - a quem sou idêntica, por sinal. Deixa-me triste saber que podia ter tido tudo, pois sei que com esforço conseguia lá chegar.
Se eu vou ser assim? Não sei mas há probabilidades que tal aconteça. As pessoas aprendem com os próprios erros, não com os dos outros. E, quem sabe, talvez seja necessário dar muitas cabeçadas, durante a minha vida, para que me aperceba do que estou a perder e que me está apenas à distância de uns passos.

A Kikas bateu com a cabeça à nascença # 2

Os Maias, de Eça de Queiroz. Esse livro de leitura obrigatória (ahah, deixem-me rir. Para que é que servem os livros de resumos, a internet e os colegas?) que é a loucura de uns, o sofrimento de outros, a angústia dos restantes.
Comecei a lê-lo há uns dias, naquela, o que tem que ser tem muita força. A minha mãe já me tinha dito que as primeiras páginas eram para esquecer, mas que depois a história é muito bonita. Mas até passar à parte bonita, viu-se à rasca para passar do início. A Rocío, que começou a ler antes de mim, dizia que não conseguia passar do mesmo sítio, às tantas

[sim, parou mesmo aqui - escrevi isto a 22 de Julho de 2009]




E acho que é boa altura para voltar a falar sobre o assunto! Li o livro nas férias do Verão, estou mesmo a ver que quando o formos estudar já não me lembro de metade. Mas o que eu queria com este post era mostrar-vos como ainda há ideias que divergem das que enunciei (e tenho a certeza que entre os meus leitores há mais nestas condições).
Gostei da primeira parte, até da descrição do Ramalhete, e o meio foi talvez o que mais gostei. O fim foi o que mais me desliudou, sinceramente. Não consegui achar-lhe piada, pronto!
O mais engraçado é que sou das poucas pessoas que conheço que conseguiu ler o livro inteirinho, de seguida! Não precisei de fazer nenhum esforço para o conseguir. E achei tão bonito... (pena já saber a história)
Qualquer dia começo a ler O Crime do Padre Amaro, que já faz parte da mobília cá da casa desde que meti na cabeça que o queria. Mas nunca lhe peguei.

terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

"Parece que perdeste a virgindade"

Leighton Meester


Foi exactamente esta a frase que o meu namorado utilizou, quando eu comecei a contar o que tinha acontecido (*).
É o seguinte: a situação que vou citar pode parecer muito estúpida e um acto de loucura de uma pita - ou algo do género - mas isso é porque não conhecem a outra pessoa envolvida e eu não vou conseguir expressar realmente o que se passou.
A outra personagem da história, para além de mim, é o meu professr de Biologia (ver aqui, ali e acolá (professor b), pelo menos). Para quem não sabe, eu acho que professores como ele devem haver poucos. Nunca tinha estado perante alguém tão responsável e, quando explica, percebe-se que gosta do que está a fazer! Mas é duro, e não é pouco... E como pessoa, pode não ser muito mau, mas também deixa um pouco a desejar. É demasiado directo, mesmo connosco, e isso nem sempre é bom, sei que muitas vezes fere o orgulho de algumas pessoas. Para que percebam melhor o motivo de vos estar a contar isto, é de referir que ele dá elogios de vinte em vinte anos.
Eu e ele, no ano passado, tínhamos uma perfeita relação de ódio! Ele ficou completamente lixado quando eu tive 20, logo no primeiro teste. Nem foi capaz de me sorrir perante uma nota destas... Reconheci a sua qualidade como professor, mas não conseguia gostar dele, pronto. Implicámos ao início, e quando isso se passa é difícil mudar, por mais que se tente. Este ano, é completamente diferente, principalmente da minha parte. De certa forma, acho que no final do ano lectivo passado fizemos as pazes... E eu, felizmente, estou muito mais acertada nas aulas dele, sem sombra de dúvida.
Adiante, vou passar a explicar o que aconteceu. Eu, lenta como sempre, fiquei a passar um esquema do quadro, já depois de tocar, antes do almoço. E por isso ficámos sozinhos. Nessa mesmo aula, recebemos uma espécie de trabalho onde tivemos que escrever muito.
Professor: Kikas, aproveito que estamos aqui sozinhos para te dizer... Nunca o tinha feito, porque também não queria ferir a susceptibilidade de ninguém...
Resumindo e concluindo, ele elogiou a minha capacidade de escrita. Disse que, quando percebia as coisas, as expunha com bastante clareza. Deu ênfase a como gostava da minha forma de escrever e aconselhou-me a, no futuro, usufruir disso mesmo, quem sabe até em livros...
E, meu Deus! Confesso que fiquei emocionada. Quando ele me diz qualquer coisa como "muito bem", ou ainda menos, eu fico eufórica... Tenho-o lá no topo, na minha consideração. Não há palavras para descrever o quanto as palavras dele me fizeram feliz durante os minutos seguintes. Garanto que se um dia escrever um livro, não me vou esquecer dele! Há coisas que ficam para a vida e acho que esta foi uma delas. Porque, ao fim e ao cabo, foi o professor J., não foi outro qualquer.


(*) Só lhe disse que tinha sido um elogio em grande e que depois lhe contava, mas depois esqueci-me.

segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

Vou bater na Michelle... e no meu namorado!

Jamie Dornan e (?)


Conversa de MSN
Kikas (K.): estás a jogar alguma coisa?
Namorado da Kikas (J.): to com o meu irmao no gta entao
...
J.: olha xD f*di com a michele mesmo agora
K.: DESCULPA????????????
J.: LOOOOOL ya
K.: EU SEI QUE O JOGO É PARA MAIORES DE DEZOITO, MAS A MICHELLE QUE VÁ PARA O C*R*LH*.. DE OUTRO!!!!
J.: fomos a um bar. o gajo ficou bebado. depois casa dela e toma la
K.: F*D*-S*, FILHOS DA P*T*!
J.: LOL
K.: ODEIO-TE

Nem o nome dela sabe escrever... E peço desculpa pelos asteriscos.

Pode ser perigoso

Não me agrada nada mas mesmo nada a ideia de ter um namorado com uma barriguinha de cerveja chamado Niko que rouba carros da polícia, atropela velhinhas, incendeia casas, dá tiros e tem encontros amorosos com uma tal Michelle. De todo, ele que não se vicie muito no GTA IV... É que não me está a apetecer mesmo nada ser vítima de violência doméstica. Para além de que já o vi levar a Michelle para dentro de água, em pleno Inverno! Isto no primeiro encontro - ela não gostou.

domingo, 17 de Janeiro de 2010

Foram as palavras certas

Alessandra Ambrósio


Quero praia com espreguiçadeiras, passeios de mãos dadas, compras assim muito de vez em quando, tardes passadas a ver televisão e noites na varanda a jogar às cartas. Tudo com muito amor e carinho.
E sim, é mesmo isto que eu quero.

Ter um amigo gay

Jake Gyllenhaal e Heath Ledger


Já muita gente dissertou por aí sobre o assunto e agora vou ser eu a fazê-lo. E não vou inserir aqui o casamento homossexual, não. É bom ser-se mulher e ter um amigo gay. Não o nego, é! Podemos ter o à-vontade que não temos com outros homens para lhe perguntar certas coisas. Sabe o que nos fica bem ou não e não tem pudor em dizer-nos, ao contrário das nossas amigas que são capazes de dizer que ficamos lindas com algo que nos fica horrivelmente mal. Junta à sua opinião o toque masculino - porque é um homem! - e a sensibilidade. Podemos conversar sobre roupa interior ou sobre aquele filme que nos gastou os lenços todos cá de casa e não somos chatas para ele. Enfim, há tantas vantagens em ter um amigo gay... Sinceramente, até estou incapacitada para coordenar tanta informação que acho que me fico por aqui.
O problema é que o meu amigo gay é muito bicha. Dá muito estrilho, gosta de chamar a atenção sobre o facto de ser homossexual. É demasiado teatral... E pronto, nesse aspecto entramos em conflito. Uma vez tem piada. Repetidamente, todos os dias, dá vontade de lhe dar chapadas. Mas as vantagens continuam lá!

Só já falto eu a falar sobre o assunto

Custa-me muito mais a morte de pessoas comuns, conheça-as eu ou não, que a morte de pessoas famosas e da ribalta. Estas últimas vão ficar perpetuadas... Seja através dos seus quadros, dos seus livros, dos seus filmes, das suas músicas, das suas descobertas, ou de tantas outras coisas. É como se só morressem fisicamente. As pessoas comuns, nós, passadas três ou quatro gerações são esquecidas. Quanto muito, a avó conta ao neto como era a sua avó. Os nossos momentos deixam de fazer eco e tudo se perde. Morremos, sim - tudo o que nasce, morre. É assim e é assim que deve ser. Mas, talvez por perder demasiado com a morte, acho que ninguém deveria ser esquecido (embora saiba que é impossível). Todos interagimos e contribuimos, de uma forma ou de outra, para o que se passa no mundo.


É por isso que isto dos sismos e das mortes no Haiti me faz sentir frágil, ficar vulnerável. Sim, houveram milhares de mortos, mas só as famílias sofrem realmente com as perdas. Para nós, são apenas números chocantes. Não podemos sentir verdadeiramente a dor. Daqui a uns anos, já nem vai haver quem se lembre ao certo de quem morreu ou deixou de morrer. E toda a essência desta enorme catástrofe se ficará pelos números, quando na verdade o que lá está é sofrimento.

sábado, 16 de Janeiro de 2010

I Love Sleep, again

Heidi Klum e Billy Bush (?)


Hoje dormi até à uma da tarde, dormi dez horas. Não me lembro de nenhuma vez em que isto tenha acontecido, anteriormente. Era bem capaz de me habituar a isto o ano todo, oh se era... Eu pago por mais umas horinhas na cama! Mas os meus horários não me deixam dormir mais que seis horas por noite... E ainda a minha directora de turma se vem queixar quando não dorme "as oito horas".

Lagos, I miss you

Adriana Lima


Há pouco, no meio de uma conversa a propósito de nada num jogo on-line, surgiu Lagos na conversa. E instalou-se a nostalgia.
Vivi em Lagos quando tinha onze anos, a propósito de a minha mão ter ficado lá a dar aulas. Não criei grandes laços com os lacobrigenses, mas acho que os criei com a terra. Desde esse ano, ainda não voltei lá. E dou por mim a pensar na minha praceta, onde tinha a Papelaria Compasso (que me fazia sentir tão em casa por ter esse nome), na descida que fazia nas viagens de carro a caminho da escola e de onde se avistava a Meia Praia a perder-se algures no horizonte, em Porto de Mós onde eu adorava deitar-me na toalha ao final da tarde, de ficar em casa dias inteiros sozinha e comer pizzas das que se fazem em cinco minutos no microondas, de dizer à minha mãe que ia estudar para a cozinha (lol) e ir ler as revistas e os livros que comprava às escondidas, de ir ao Sábado de manhã ao mercado da fruta e dos legumes para comprar caldo verde, daquela trovoada - que foi a maior que já vi - em que quase não conseguíamos chegar ao carro, de ir à melhor pastelaria do mundo comprar croissants de chocolate, de ter aulas de piano na Solidó.
Ai, tanta coisa e ao mesmo tempo quase nada... Tinha onze anos, como já referi, não pude descobrir as ruas e as ruelas, estava praticamente sozinha. Mas a verdade é que tenho saudades... Talvez por ter sido a última vez que vivi sozinha com a minha mãe, talvez por ter ficado a lembrança daquela qualidade de vida.
E, agora que penso nisso, deste Verão não passa: Lagos, I'm back!

sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Uma salva de palmas para a minha avó

Adriana Lima e Jessica White


Não, a minha avó não faz anos hoje, faz no dia de S. Martinho (eu era para ter nascido nesse dia - uau). Mas, a caminho dos setenta e oito anos, faz separação do lixo em casa. E, o melhor, descobri há pouco tempo que começou a fazer compostagem! Tenho uma avó amiga do ambiente, não é para todos.

quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Não tenho coragem

Alessandra Ambrósio


Só de pensar que vou ter exames (nem falo em testes intermédios), dá-me náuseas. Não me consigo habituar à ideia de muita matéria para estudar, muitos conceitos para ter na ponta da língua. Não consigo! Falta-me a coragem para pegar na matéria da qual já não me lembro, para dar uma vista de olhos. Olho à minha volta e só vejo trabalho. A paciência diminui a cada dia que passa, está a esgotar-se cada vez mais depressa. Os sorrisos e as palavras de apoio acabaram-se. Preciso que me relembrem que consigo e, acima de tudo, preciso de reconhecer que consigo. Mas é difícil quando a motivação está a -20 numa escala de 0 a 20. Bah!

terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Não devo estar a ver para que servem os computadores portáteis

Sarah Jessica Parker


Comprei o meu pequenino especialmente para a escola, tendo em conta a sua dimensão e peso. Porém, esqueço-me sempre de o carregar e, por isso, ainda nunca o usei com bateria, pelo que levo apenas o carregador.
Há uns dias, numa aula, um colega meu queria ligar o portátil dele onde eu tinha o meu ligado.
- Desculpa, mas não tenho mesmo a bateria - disse eu.
- Mas tu nunca usas a bateria??
- Só em casa.
Eu sei que parece de croma, eu sei. E a resposta naquele contexto foi realmente de croma, toda a gente se riu de mim. Mas é essa a verdade! O portátil que uso em casa não é lá grande coisa, pesa mais que um tijolo e para mim, desde que comprei este, é já um fixo, pois a única função de portátil é usá-lo em várias partes da casa. Por isso mesmo, já não me preocupo se tem ou não bateria!
Agora este, bem... Tenho que começar a pensar carregar-lhe a bateria. O meu próprio professor de Filosofia, hoje, lembrou-se de desligar o fio da corrente, sem perguntar sequer. Mas enfim... Esse é um caso à parte.

segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

Shame on me

Anne Hathaway


Hoje, a menina (mais ou menos) exemplar portou-se mal. Não fui às duas primeiras aulas por me estar a sentir mal (mesmo). Não fui à aula a seguir porque, às horas a que cheguei, sabia que já ia ter falta e por isso fui ter com o meu namorado. Da parte da tarde, nem cheguei à porta da escola porque uma das minhas melhores amigas (com amigas destas... :p) me fez ver que não ia fazer nada à aula de Espanhol.
Bem, espero sinceramente que ninguém me idolatre (convencida, eu sei) porque isto não é um exemplo a seguir. Se bem que eu tenho consciência que foi só hoje! Mesmo.

domingo, 10 de Janeiro de 2010

Ouvi dizer que os homens são uns queridos

Chris Noth e Sarah Jessica Parker


Eu, por muito mal que diga dos homens, sei que são uns queridos. A sério, aqui a feminista admite-o. O problema reside no facto de só serem uns queridos quando querem. Não estou a dizer que é quando lhes convém (apesar de também ser verdade, pronto), mas é uma coisa muito rara. E, fala a carente, eu preciso de mimos todos os dias, não num dia aleatório.
E não me venham cá dizer que depois nos habituamos mal ou que deixa de ter piada. Um pequeno gesto não faz mal a ninguém e surpreende-nos sempre pela positiva.


Puxando a brasa à minha sardinha,
o mais querido de todos é o meu J. ^^

My Mom's New Boyfriend

My Mom's New Boyfriend


Este bem que poderia ser um comentário ao filme intitulado O novo namorado da minha mãe, mas não é. É uma reclamação às mentalidades retrógradas do século XXI. Adiante.
Os meus pais divorciaram-se quando eu era pequenina. Tão pequenina que não me lembro deles juntos. Isso não quer dizer que não sofri, como é óbvio, mas não devo ter visto as coisas tão negras. Não sei quantos anos ao certo tinha a minha mãe, mas pouco mais de trinta. Ora, uma mulher de trinta e poucos anos não vai ficar sozinha para o resto da vida, certo?
Bom, entretanto muita coisa se passou, dava para um blogue inteiro, não vou estar a enunciar. O certo é que vivemos em casa dos meus avós e não posso dizer que sejamos pobres. À custa de muito trabalho, muita poupança e muita fome, os meus avós têm um bom património. Eu, do lado do meu pai, também herdei uns quantos hectares. A minha mãe é professora, não ganha propriamente bem mas tem ordenado certo.
E caiu um homem do céu. Era namorado de uma colega da minha mãe (embora as coisas estivessem muito mal) e a minha mãe (como minha representante legal depois da morte do meu pai, porque eu sou menor) negociou com ele. O certo é que ele e a colega da minha mãe acabaram e o dito cujo viu na minha mãe uma pessoa com quem não se importava de passar o resto dos dias. Diga-se de passagem, apesar de ser muito muito chata comigo, eu se fosse homem não a deixava escapar.
Têm falado ao telemóvel, hoje foram almoçar e ele queria vir cá a casa. Porquê? Ao cair um homem do céu que não conhece de perto a nossa vida mas conhece ao longe, o que é que se pensa? Interesse. E é isso mesmo que os meus avós pensam e, portanto, não o querem cá em casa nem por nada. Eu compreendo que eles o achem, a sério que sim. Porque não conhecem (mas também não querem conhecer), porque têm medo que o seu suor e o do meu pai se vá muito mais facilmente do que veio.
O que eu não compreendo é que eles não aceitem que a minha mãe não pode ficar sozinha e infeliz para sempre. Eles estão no fim da vida, eu não tarda vou para a universidade e não faço intenções de viver sempre com ela. O meu avô, já depois de ela ter saído, disse-me que não ficava bem ela arranjar um substituto para o meu para o meu pai. Mas qual substituto, qual quê! Por mais que eles sejam velhos, por mais que eles tenham medo... Têm que compreender que têm uma filha que merece ser feliz. Ao lado de alguém.
Há aqui alguém que ache que uma mulher, depois de divorciada, não pode voltar a ter alguém na sua vida? Que me expliquem o porquê, por favor.

sábado, 9 de Janeiro de 2010

Ainda sobre o Natal

Adriana Lima


Como fui às compras no fim de Novembro, adiantei logo umas prendinhas de Natal e comprei um lenço para a K. Quando comecei verdadeiramente a comprar regalos, comprei-lhe um livro, por não me lembrar do lenço. E ficou o livro em stand-by.
No dia vinte e três de Dezembro, à noite, a A. ligou-me a perguntar se iria à localidade onde ela vive (terrinha do meu pai e minha terrinha natal) no dia seguinte. Respondi que sim e marcámos um lanche: eu, a A., a I. e a M. Ainda ao telemóvel com ela, lembrei-me que tinha prendas para a A. e para a I., mas que me tinha esquecido da M.! Pronto, vai o livro - problema resolvido. Ou não... Quando comecei a pensar, o livro não tinha nada a ver com a M., mas resolvi dar-lho na mesma.
Resultado: o irmão da I. disse-me para lhe dizer que me tinha enganado nos embrulhos e que tinha dado o livro dela a outra pessoa. E foi o que fiz.
Agora, espero seriamente que a M. nunca venha cá parar porque fica a saber que: a) me esqueci dela; b) lhe menti. Seja como for, acho que estou arrependida. Não gosto de fazer estas coisas. Mas foi mesmo para desenrascar, há que compreender!

Ui, que bom

Heidi Klum


Apetece-me tanto - mas tanto! - escrever um textinho cujo tema é "Tirania do discuso" e que tem de conceitos base princípios éticos, cidadania, bom uso e mau uso da retórica... É que apetece-me mesmo. Estou mesmo com predisposição para ler o que há a ler sobre o assunto e inspiração e paciência para depois resumir tudo, ui... Abunda aqui o espírito de trabalho! Ah, e depois preparar a apresentaçãozinha, pois claro. Que isto é um trabalho de grupo, mas os restantes membros nem apoio moral dão.
O problema é que os professores ainda não se mentalizaram que não temos só a disciplina deles. E que, hello!, temos exames. Ah, e os exames não são de Filosofia, de certeza... E se o professor passasse a leccionar os conteúdos do programa em vez de nos impingir trabalhos? É por estas que não concordo com a avaliação dos professores: se este dito fosse avaliado, tinha boa nota porque desenvolve a autonomia dos alunos. Pudera, não faz nada nem compra tudo feito... Nós é que temos que aprender por nós próprios. Isto é ensinar? Isto é leccionar? Desculpem mas não.

At night

Kate Beckinsale


Tenho frio, dores e sono. Preciso de alguém que me aqueça e me faça festinhas até eu adormecer. Esta noite, sinto-me sozinha. E, acima de tudo, estupidamente inútil. Nem para f*d*r devo servir.

sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Nota mental

Kate Hudson


Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol. Não jogar voleibol.

E se eu algum dia achar que posso voltar a jogar, lembrem-me de como fico com as mãos inchadas, como as minhas veias gostam de ficar vermelhas escuras, negras ou roxas. E, principalmente, recordem-me de como dói e de como fico incapacitada.

quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

É um desgosto que eu tenho

Bijou Phillips


Sempre fui muito alta para a minha idade. Do meu grupinho, quando era mais pequena, era a mais nova mas a mais alta. Parecia que eu era a mãe e elas as filhas. No entanto, assim que entrei na puberdade, tudo isso mudou. Aos onze anos parei de crescer. E, eu sei que pode ser estúpido, mas eu não gosto de medir pouco mais de um metro e sessenta centímetros. Fiquei mal habituada, é o que é... Mas também não posso pedir muito. Sou um pouco mais alta que a minha mãe e, o meu pai, embora não me lembre dele a andar, também não era nada alto. É genético, mas então... Não me conformo. Saltos altos? Uma hipótese a considerar se não fosse eu uma adolescente e se houvesse sapatos que me sirvam em comprimento e simultaneamente em largura (pé grande e magrinho, é o que dá). Mas enfim, ao menos o J. não é muito alto!